A sociedade de massas impacta no meio
social, influenciando num estilo de vida consumista onde por ação da publicidade é despertado, além de um desejo supérfluo e desenfreado, um conformismo que faz
as pessoas tomarem por normal ou necessário tudo aquilo que as mídias divulgam.
Com o avanço das tecnologias e com a dinamização
da sociedade em que vivemos, torna-se difícil conseguir pertencer ou se
integrar a um meio se estivermos fora daquilo que se considera importante, como
carro, celular, internet e computador. Porém, não podemos deixar que essas “necessidades”
se tornem algo além de nossas personalidades.
É notório nos dias de hoje, vermos pessoas
que, somente para pertencer a um determinado grupo e não se sentirem excluídas, se endividam em contas achando que não tendo o smartphone top de linha, o carro
do ano e as roupas da moda, a sociedade não a aceitará e se sentirá sozinha.
É preciso então termos maturidade
suficiente para conseguir discernir aquilo que nos é essencial para viver
integrados à sociedade e aquilo que a mídia nos impõe como necessário, para que,
assim como Erich Fromm pensava, não venhamos a perder a nossa essência como
seres pensantes e passemos a ser apenas uma ferramenta de compra neste universo
de consumo, buscando uma pseudo-identidade.
Por: Vítor Lage
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